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Presente de Alice
set 11th, 2010 by gag

blog

IMPRIMA ESSE VALE BALÃO E

ATERRIZE ONDE QUISER… A

 GENTE É O MUNDO!!!!

PROCURA-SE-DESEJA-SE
set 11th, 2010 by gag
Marimari2
“Amiga de Alice Liddell quer ficar em Londres pra beijar todos os guardas que perseguem os terroristas da fome, os marginais e os poetas que circulam pelo mundo; os que nao olham com os olhos da morte, mas fluem como puro desejo.”
View points!
set 9th, 2010 by gag

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Vamos????
set 9th, 2010 by gag

Convite triste
Carlos Drummond de Andrade

Meu amigo, vamos sofrer,
vamos beber, vamos ler jornal,
vamos dizer que a vida é ruim,
meu amigo, vamos sofrer.

Vamos fazer um poema
ou qualquer outra besteira.
Fitar por um tempo uma estrela
por muito tempo, muito tempo,
e dar um suspiro fundo
ou qualquer outra besteira.

Vamos beber uísque, vamos
beber cerveja preta e barata,
beber, gritar e morrer,
ou, quem sabe? beber apenas.

Vamos xingar a mulher,
eu está envenenando a vida
com seus olhos e suas mãos
e o corpo que tem dois seios
e tem um embigo também.
Meu amigo, vamos xingar
o corpo e tudo que é dele
e que nunca será alma.

Meu amigo, vamos cantar,
vamos chorar de mansinho
e ouvir muita vitrola,
depois embriagados vamos
beber mais outros seqüestros
(o olhar obsceno e a mão idiota)
depois vomitar e cair
e dormir.

YES, WE CAN!
set 7th, 2010 by gag

                                                                                      http://www.couchsurfing.org/ 

ESSE SITE É INCRÍVEL! MUITA GENTE PELO  MUNDO CIRCULANDO E  AO MESMO TEMPO CONECTADOS. QUEM SABE MINHA MANINHA NÃO DÁ AS CARAS POR ELE…

VELHA AMIGA!
set 7th, 2010 by gag

Alice Liddell

Cair no Mundo. 3
set 3rd, 2010 by gag

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MANIFESTO
set 3rd, 2010 by gag

dressÉ como eu digo, a liberdade que tua irmã tem pra pegar teu vestido e circular pelo mundo já te garante qualquer passaporte; é o visto para o improvável!

LOBO DO HOMEM. 2
ago 31st, 2010 by gag

 

Apenas este ano mais de 200 brasileiros foram deportados do México, onde haviam entrado ilegalmente, tentando alcançar os Estados Unidos. Esses brasileiros sabiam que precisavam sobreviver a três grandes obstáculos: o deserto inóspito; a bandidagem dos coiotes (traficantes de homens de um lado para outro da fronteira); e a dura vigilância da polícia dos Estados Unidos. Na semana passada, a crueldade dos cartéis do narcotráfico se impôs como o quarto obstáculo mortal da travessia. 72 estrangeiros foram executados no galpão destelhado de uma fazenda do município mexicano de San Fernando, 160 quilômetros ao sul de Brownsville, no Estado americano do Texas.
Nos últimos tempos, o sequestro de imigrantes ilegais já havia se transformado em fonte adicional de renda para os cartéis da droga. O primeiro sinal do massacre foi emitido na manhã da segunda-feira 23, quando o equatoriano Luis Freddy Lala Pomavilla, 18 anos, chegou ferido à bala num posto de controle da Marinha mexicana. Seu relato de que era o único sobrevivente de um ataque do narcotráfico foi recebido com reservas pelos militares. No dia seguinte, após enfrentamento que culminou em quatro mortes, os militares entraram no galpão, onde os corpos de 58 homens e 14 mulheres foram encontrados, com as mãos atadas e os olhos vendados. Pelo relato do sobrevivente, o comboio com os imigrantes ilegais – originários do Brasil, do Equador, de El Salvador e de Honduras – foi abordado pelos traficantes numa estrada. Diante da recusa do grupo em atuar para o cartel, um dos líderes ordenou a chacina. Sejam quem forem os executores, a chacina dos 72 imigrantes reflete a capilarização da violência na região da fronteira. No final de junho, os brasileiros Renato Alcântara Orsine e Ernani Vieira Ramos viveram o drama de perto. Eles deixaram a cidade onde viviam, Ladainha (MG), para entrar nos Estados Unidos por meio da fronteira mexicana. A aventura acabou no sequestro de ambos e num pedido de resgate de US$ 10 mil. A família pagou o resgate, mas Orsine e Ramos continuaram detidos numa casa do subúrbio do Texas. Provavelmente seriam mortos, caso o FBI, a polícia federal americana, não tivesse localizado o cativeiro. Apesar de relatos como esses, Ladainha, as­sim como outras cidades sem recursos do Brasil, continuam “exportando” ilegais para os Estados Unidos. Como o México agora exige visto para brasileiro, a rota da migração ilegal começa na América Central.

Viver no País das Maravilhas
ago 30th, 2010 by gag

“A identidade se tornou um atributo momentâneo. Lidar com as constantes mudanças na busca da identidade exigem um malabarismo, um simulacro onde não distinguimos mais realidade e ilusão.”

E dale Bauman!!!

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